I’m felling down...
Each morning I get up I die a little Can barely stand on my feet I take a look at myrself I take a look in the mirror and cryed Lord ,what you're doing to me? I have to spend all my years in believing you But I just can't get no relief Lord …
I got nobody left to believe … I just gotta get out of this prison cell ... Some day I'm gonna be free Lord
Escrito por Marilia Ferreira às 00h53
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Mesmo quando se busca alegria, não é exatamente nesse lugar que vamos encontrar.
Numa simples tarde de sexta-feira consegue fazer teu dia sucumbir, mesmo assistindo Sexy and the City.
Amor, Sexo, Amizade.
As duas primeiras são ausentes em minha vida. Agora vejo que amizade também.
Já foi o tempo que eu me sentia segura com meus amigos. Que eu sentia que era uma das prioridades. Mas hoje está tudo diferente.
Apesar de ter pessoas como amigas, eu me vejo nos olhos dela como um ícone que ás vezes comparece outros não.
Tem sempre algo mais importante...mesmo que seja o cansaço.
Acho que estou ficando depressiva.
Não consigo estar realmente feliz em lugar nenhum e com ninguém.
Tem sempre alguma coisa que acontece e que me remete a algo ruim na minha vida.
Quando menos espero, uma tristeza toma conta de mim...
Não acho que pertenço a mais nada.
Está tudo confuso e tão triste. Sem vida e sem animo.
Estou com quase 22 anos e minha vida está estagnada.
Não estudo o que gosto e, conseqüentemente não trabalho com que gosto.
Não conheço mais pessoas interessantes...talvez quem não é interessante seja eu.
Lendo este blog é que pude reparar de como estou down.
E isso caiu na real. E agora me sinto pior ainda.
Queria sumir e começar tudo de novo.
Não acho um apoio.
A minha base está abalada demais para me sustentar.
Será que vou cair de novo?
Escrito por Marilia Ferreira às 21h30
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Já faz muito tempo que eu quero escrever esse texto. Faltou coragem e uma grande vontade de tirar esse peso e jogá-lo para as vias eletrônicas da Internet e, quem sabe chegar no universo e se espalhar por lá.
Tem um lado meu que é minha fraqueza. Acredite ou não, sou uma pessoa totalmente sonhadora e até por assim dizer, romântica.
Pode parecer um desabafo de prévia dos dias dos namorados. Não é totalmente verdade. Essa data apenas intensifica um pouco, mas de maneira alguma é ela quem invoca qualquer sentimento...que já existe em mim há muitos anos.
É mais ou menos aos quatro anos que veio a chegar minha primeira frustração amorosa. Não sei se ela conta muito, mas não quer dizer que ela não existiu.
Fui rejeitada. Ok. Afinal gostar de alguém aos quatro anos não é lá grande coisa.
Demorou muitos anos para eu voltar a me sentir atraída por alguém.
Talvez por algum tipo de seleção subconsciente ou talvez porque demorou muito até achar alguém a minha altura, literalmente.
Depois de um certo tempo alguém apareceu. Na verdade não foi nada...foi apenas a falta de alguém que o fez acontecer.
Mas, foi depois de mais um tempo que eu realmente tenha talvez me apaixonado.
Obviamente não fui correspondida.
Apesar das tentativas sutis, não aconteceu.
Foi assim com todos.
Muita gente diz que eu nunca faço nada. Não vou atrás. Mas isso é uma mentira tamanha. Não gosto e não vou falar desse meu lado para ninguém. É intimo demais, apesar de ser um assunto ótimo para falar com as amigas.
Mas como eu sei que eu sou uma pessoa estranha, então eu não falo.
Não posso pensar que pode existir algum tipo de julgamento ou comentário sobre minha pessoa em determinados aspectos. Alguém achar que pode me ajudar ou me guiar em um assunto que só diz respeito a mim..
Demorei tempo demais para dar o meu primeiro beijo e, mesmo quando ele aconteceu foi tão sem significado. Foi apenas porque já estava na hora de acontecer.
A verdade é que eu nunca beijei alguém que eu realmente quisesse.
E, confesso também que não há um dia eu que eu não pense ou imagine que algum ser vai olhar pra mim e, só desse olhar vai saber que eu sou aquela que vai mudar sua vida, que esta vida que ele conhecia nunca mais será a mesma.
Cansei de me atirar.
Quero aquele amor impossível...do filme que me faz chorar porque sei que tudo na ficção é mais bonito e te faz desejar o que não existe.
Cansei. Vou ver Supernatural pra animar as coisas.
Ah, é óbvio que nenhum nome será citado e nunca revelado. Eles são apenas meus e das vias da Internet que agora os levam.
Quem sabe agora tudo não melhore e o sonho se torne realidade.
Escrito por Marilia Ferreira às 22h10
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Bridget Jones: Solteirona e Insana
Não há como negar semelhanças entre Bridget Jones e minha pessoa.
A óbvia: ambas jornalistas frustradas.
Segunda: totalmente acima do peso!
Apesar de estar hoje nadando, tenho certeza que logo mais já desistirei por qualquer motivo que irá aparecer mais tarde.
Terceira: Solteirice.
Se Bridget Jones não fosse um filme que é necessário mostrar um final feliz para todos, Bridget seria encalhada e sem dois caras disputando por ela.
Acredito que minha situação social será igual à dela daqui uns anos...
Mas nada disso é motivo para se menosprezar, muito pelo contrario.
A melhor qualidade que se pode ter em ser Bridget é o bom humor.
Passar por situações bizarras e não desistir.
Qual motivo eu não sei...por burrice ou necessidade de sobreviver.
Enfim, é isso.
Escrito por Marilia Ferreira às 13h27
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Chegará o dia que saberemos o que queremos?
O que gostaríamos de fazer da nossa vida e fazer dela algo mais prazeroso?
Às vezes lutamos atrás de nossos sonhos e vemos que eles eram apenas ilusão, ou lutamos por uma ilusão que no final de tudo se torne realidade.
Mas e quando corremos atrás do nada?
Se quereremos tudo então não queremos nada.
Se o ser humano tem como qualidade a compaixão e a esperança, é a dúvida que o torna fraco e medroso.
Se o que destrói o Superman é ter o Clark Kent como seu alterego, o que nós destrói são as nossas escolhas seguras. A Marilia, a Joana ou o Pedro “seguros” que te param com a mão no peito impedindo de pular no abismo.
Que uma luz me guie para ser uma Luthor.
Escrito por Marilia Ferreira às 00h15
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Qual é o limite?
De tudo?
Quando saber a hora certa de saber que uma coisa já acabou?
E dá para desistir mesmo?
Ainda mais para pessoas cabeças-duras?
Melissa não sabe mais o que fazer.
Dar o braço a torcer pode ser muito bom, mas quando saber que esse limite já passou e você já se tornou inconveniente e que não chegará mais a lugar algum?
Desistir é sempre um sinal de fraqueza ou pode até ser visto como um ato de coragem quando é necessário deixar algo ou alguém para trás?
As perguntas atormentam Melissa e sua angustia a consome por falta de coragem de deixar o passado para trás.
Escrito por Marilia Ferreira às 22h38
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Dia de chuva é sinônimo de cama, comida e ócio.
E é assim que gosto de me encontrar.
Você sentir o abraço quente do seu cobertor.
A massagem facial do seu travesseiro e aquela sensação de não pensar em exatamente nada!
Dias assim deveriam ser feriados.
Nada de levantar cedo da cama e principalmente trabalhar.
Devíamos confraternizar esse magnífico momento.
Todos deitados num colchão, olhando para o teto e ouvindo alguma música antiga.
Uma sensação de nostalgia mesmo.
Momentos de tempos cinzas requerem reflexão.
Mesmo que esse momento seja o Tudo do Nada.
Tema: Dia de Chuva. Sugestão do Lucas
Escrito por Marilia Ferreira às 13h50
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Difícil quem não goste e os que não é fato que tem algum problema.
Imagine um dia quente..lá na praia.
Sentado na sua cadeira olhando para as pessoas que passam, a gordinha usando um fio dental com a bunda para o alto escrevendo na areia.
Ou sentir a esta mesma areia na boca porque alguma criança chutou uma bola e a areia voltou tudo em sua direção.
Até mesmo o gostinho salgado do mar misturado com urina e fezes dos milhares de banhistas praiano.
Como melhorar tudo isso?
SORVETE!
É refrescante e o gosto doce faz esquecer dos momentos piqueniques e farofada.
Eu, particularmente sou tarada por sorvete.
Ainda mais da Chups!
Uhh queria um!
Vamos?
Tema: Sorvete. Sugestão da Juliana.
Escrito por Marilia Ferreira às 14h30
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Sempre chega um momento na vida que ela volta à estaca zero.
Como dizem desgraça nunca é pouco, apesar de que isso depende dos olhos que ela é vista.
Como tirar forças rapidamente de situações não esperadas?
Ignorá-las?
Processá-las lentamente?
Dar o Foda-se?
Sinceramente eu não sei.
Esse ano realmente não será fácil, aparentemente.
Preciso de algo para me revitalizar.
Onde será que está?
Sou o enigma indecifrável.
Escrito por Marilia Ferreira às 23h33
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Quando a pessoa que a gente mais preza no mundo das as costas a você ou pior, lhe faz algo para machucar propositalmente. Será que existe em alguma mente anormal que a possibilidade da vingança não seja viável?
Eu, por exemplo, sou vingativa.
Conforme os anos se passaram essa característica minha vem se atenuando, talvez porque ninguém tenha pisado no meu calo até então.
Mas preciso confessar que tramar um plano de vingança seja por demais estimulante.
De fato o ser humano gosta de ver o sofrimento alheio, mesmo que esse seja incondicional.
O gostinho de ver aquele filho de uma mãe se ferrando em algo que ele deseja dá uma sensação inexplicável.
Ate quando poderemos usar vingança como desculpa pelo fato de sermos meramente seres humanos que, com o jargão, errando que se aprende, a gente persista em querer o mal daqueles que o provocaram contra nós?
A vingança na verdade é a pequena oportunidade de colocarmos o nosso diabo em ação.
De sermos os carrascos contra os vilões.
Se a vingança é servida num prato frio, quero a minha em um prato congelado e com gosto de limão.
Se é para vir, que me aniquile de uma vez.
Tema: Vingança. Sugerido pelo Anderson
Escrito por Marilia Ferreira às 01h19
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Melissa se sente perdida, de novo.
Melissa sente algo sendo tirado dela.
Por mais que ela queira acreditar, não há como negar que está abalada.
Será que mais uma vez o tiro caiu na água?
O dia hoje foi mais doloroso do que os anteriores.
O medo do perder, assusta demais Melissa.
Escrito por Marilia Ferreira às 23h53
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Depois de uma certa ausência Melissa se cansa de permanecer no canto escuro de seu quarto.
Levanta-se, vai em direção a sua cama e ali joga-se como um peso que cai delicadamente dobre o velho colchão.
Perde-se em seus pensamentos, o velho hábito que acreditava ter deixado para trás.
Melissa odeia sentir esse gosto de vida por meio de suas dúvidas e inseguranças...
O ar lhe faltar, entre as angustias e soluços sufocados na garganta.
Olha apenas para o seu céu estrelado de 3 estrelas tortamente posicionados em seu teto esburacado e lá ao fundo escuta uma melodia calma e tristonha.
Um dia disseram para ela que as nuvens não eram de algodão.
Que somos quem podemos ser, sonhos que podemos ter.
Melissa está mais uma vez perdida...
Cadê A Inspiração?
Escrito por Marilia Ferreira às 12h31
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Ser independente
É ser livre para fazer o quer?
Ter controle pelas coisas que tem e fazer delas o que bem entender?
Quantas pessoas de fato se levantam pela manhã e fazem tudo exatamente como queriam ter feito, sem ter encontrado pelo caminho qualquer empecilho?
Independência é muito mais que governar um espaço físico geográfico ou humano, independência é simplesmente conhecer a si próprio e ser fiel com aquilo que acredita.
Claro que cairemos na questão de que o que é bom para mim não é necessariamente bom para você , mas na realidade,a independência não está na própria crença que temos com nós mesmos?
Hipócrita seria começar a julgar o lugar que vivo e das leis e governantes que aqui o regem e dizer que o Brasil é o que é por culpa do governo!
É extremamente além disso!
Afinal o que eu e você fazemos para tornar o mundo melhor? Não, não precisa tanto...o que eu e você fazemos pelas pessoas que estão a nossa volta? Além também da família, namorado e amigos, o que eu e você fazemos por aquela pessoa que passa na rua com um olhar triste pedindo por um gesto de simpatia ou para com aquele outro que esta junto comigo e com você plena 18h lá no metro?
Qual é o problema das coisas serem tão mais pessoais e ajudarmos a construir uma base sólida de confiança entre cidadãos que moram sob a mesma terra?
Independentes seremos quando de fato olharmos para alguém, diretamente para os seus olhos e, ali nos reconhecermos como ser humanos que buscam muitas coisas em comum, principalmente o direito de ser feliz independente de qualquer regra, pessoa ou coisa /ser que nos impeça de sermos nós mesmos.
Independência ou Morte?
Qual você e eu iremos escolher?
Escrito por Marilia Ferreira às 15h22
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Os cabelos estão voando leve como o vento
No rosto,o frescor de uma linda manhã de qualquer dia da semana.
Afinal qualquer manhã é tão manhã como a outra.
Melissa caminha pela rua e observa o dia e tudo que ele oferece mas que, até então, não estava preparada para ver.
Ela sorri e começa a acreditar de que as coisas podem se transformar.
Deixará de ser lagarta para se tornar enfim na borboleta que ela acreditava já estar dançando nos céus?
Será que tudo vai mudar?
Uhh no fundo ela acredita e sabe que sim.
Escrito por Marilia de Alcântara às 23h33
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Já parou para pensar de como as coisas poderiam ser diferentes?
Isso tem assombrado Melissa mais do que tudo...
Ela até cansa de estar nessa fase down, mas está difícil de ver coisas que valham a pena se reerguer e sabendo também que a vida oferece tudo para sermos felizes.
Então, o que falta?
Se deixou a vida levar, sem se preocupar com o futuro, o mesmo parece ter a esquecido.
Sem rumo, sem vontade e sem anseios de querer de fato ter pelo o que viver.
Porque se lamentar, ser vitima nos deixa forte? Não deveria ser ao contrário?
Ah mais uma pergunta que Melissa não tem como responder...respostas é o que lhe faltam há tempos.
Ela já não reza mais com medo de ser decepcionada...maior medo de sua vida...já estão tão no acaso para tantas pessoas que a verdade e deixar que as mesmas se explodam, mas no fundo ela não consegue.
Intrigante.
A vida é complicada porque a vemos e a queremos assim, mas cadê o meio de vê-la simple?
Uhh outra...
A mais honesta pista que Melissa tem é que ela vão continuar a mesma e presa até o momento em que ela ver a felicidade nela mesma.
Melissa quer mesmo é um abraço sincero que só pertença à ela e a mais ninguém..
Admita!
Escrito por Marilia de Alcântara às 22h07
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